
O poeta cria textos com a finalidade de que estes sejam vistos. Ou não. Eu simplesmente os crio em direção das sombras. Os crio numa sala vazia, escura, monótona, e pouco importa a percepção dos outros acerca das minhas palavras... Juízos de valor alheios não me dizem respeito, e eu não sou poeta. Ou sou?
Novamente retorno à nostalgia. Parece que nunca, seja aqui ou em qualquer outro lugar, meu ser, em toda sua complexidade, encontrará tanta paz como a que um dia provei: a da minha casa. O ser humano é fraco. Mas fraqueza não no sentido negativo, se é que podemos inferir um outro sentido ao vocábulo. É fraco por possuir laços que unem as pessoas, por mais distantes que elas estejam. É a união de dois namorados “à distância”; é a união de dois amigos de infância que se separaram; é a união de uma mãe, cujo filho fora para o outro lado do mundo... É a união, que foge das minhas palavras, que me liga à minha família.
E foram tantas noites pensando neles. E foram tantas noites pensando em como seria difícil viver distante deles (faço faculdade em outra cidade)... E foram tantas noites revivendo o que vivi com eles.
O ser humano é fraco. Repito, não negativamente. Repito a ligação entre dois ou mais seres humanos. E, quanto a esta fraqueza: limitar-me-ei a deixá-la possuir-me por completo... Limitar-me-ei a amá-los a cada dia mais. E a única certeza que tenho nesta vida é a de que eles são, e sempre serão, os seres que mais me amam, e por tanto, merecem o recíproco.
* saudades da família *

3 comentários:
aqieeeeeeeee :D
aff... momento saudades da familia?? saudades de vc.. amore da minha vida.. do jeitim q ocê fala.. vc e seu vocabulário culto... bjaum.. te ai love you
Perfeito.
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