"Nada sei dessa vida, vivo sem saber...", "Que lugar me pertence (...)?", "Sou errado, sou errante, sempre na estrada, sempre distante. Vou errando enquanto o tempo me deixar (...)".
O caótico de nossa mente, que nos direciona, muitas vezes, à imensos mares negros de pensamentos sem nexo, tristezas oriundas de sentimentos passados, vaziez e decepção com relação à vida, me aflinge neste momento. Exercito a paciência, a medida que me digo que sou o ser mais feliz do mundo, que as coisas não podem piorar. Todavia, o que o momento me promete, é a nostalgia momentânea: relembro-me de quando tinha 9 anos, e me dizia que nunca iria sentir-me mal com nada, que nada poderia aflingir-me; não tinha preocupações e nem utopias. O quão bons foram estes tempos... No entanto, fazem parte do passado, e, novamente, fazendo citação de partes de textos que amo, "O passado é o que foi. A flor que murchou, o sol que apagou, o cadáver que apodreceu (...)".
Retorno à terra. Retorno aos meus 17 anos. Olho-me no espelho, e percebo nitidamente a diferença, não na dimensão somática, e sim na emocional. A concretização de desejos que possuo, torna-se um tanto quanto difícil. Difícil não é o trajeto, mas sim, continuar a seguí-lo. São noites e noites sem dormir, festas adiadas e canceladas, reuniões entre amigos canceladas... Torno-me até um pouco chato e insuportável. Às vezes eu é quem não me suporto... E às vezes penso se isso vale, realmente, à pena... Sim, vale sim! Persistirei, e algum dia, tenho certeza, o destinho baterá feliz na minha porta, e me direcionará aos meus verdadeiros caminhos, caminhos que me farão sentir-me bem, ou pelo menos, um pouco melhor do que já sou.
* construindo mais textos *
:~ ezdraaaz ~. :*
O caótico de nossa mente, que nos direciona, muitas vezes, à imensos mares negros de pensamentos sem nexo, tristezas oriundas de sentimentos passados, vaziez e decepção com relação à vida, me aflinge neste momento. Exercito a paciência, a medida que me digo que sou o ser mais feliz do mundo, que as coisas não podem piorar. Todavia, o que o momento me promete, é a nostalgia momentânea: relembro-me de quando tinha 9 anos, e me dizia que nunca iria sentir-me mal com nada, que nada poderia aflingir-me; não tinha preocupações e nem utopias. O quão bons foram estes tempos... No entanto, fazem parte do passado, e, novamente, fazendo citação de partes de textos que amo, "O passado é o que foi. A flor que murchou, o sol que apagou, o cadáver que apodreceu (...)".
Retorno à terra. Retorno aos meus 17 anos. Olho-me no espelho, e percebo nitidamente a diferença, não na dimensão somática, e sim na emocional. A concretização de desejos que possuo, torna-se um tanto quanto difícil. Difícil não é o trajeto, mas sim, continuar a seguí-lo. São noites e noites sem dormir, festas adiadas e canceladas, reuniões entre amigos canceladas... Torno-me até um pouco chato e insuportável. Às vezes eu é quem não me suporto... E às vezes penso se isso vale, realmente, à pena... Sim, vale sim! Persistirei, e algum dia, tenho certeza, o destinho baterá feliz na minha porta, e me direcionará aos meus verdadeiros caminhos, caminhos que me farão sentir-me bem, ou pelo menos, um pouco melhor do que já sou.
* construindo mais textos *
:~ ezdraaaz ~. :*

3 comentários:
Cara muito bom teu texto...
Vc tem sido uma autoridade epistêmica na minha vida nestes últimos dias...
Até mais!
''São noites e noites sem dormir, festas adiadas e canceladas, reuniões entre amigos canceladas... Torno-me até um pouco chato e insuportável. Às vezes eu é quem não me suporto... E às vezes penso se isso vale, realmente, à pena... Sim, vale sim! Persistirei, e algum dia, tenho certeza, o destinho baterá feliz na minha porta, e me direcionará aos meus verdadeiros caminhos, caminhos que me farão sentir-me bem, ou pelo menos, um pouco melhor do que já sou.''
Me identifiquei bastante, você escreve muito bem e... *cry*
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